É comum encontrarmos na internet sites que promovam encontros entre homens e mulheres solteiros, em busca de um par perfeito. A crença de que através da internert é possível encontrar quem procuramos, vem trazendo milhares de pessoas para salas de bate-papo, sites de encontros, etc. Com o intuito de conhecer novas pessoas e achar o nosso par-perfeito, buscamos nesses locais uma forma de que isso aconteça.
Ao entrarmos em um chat, ou efetuar um cadastro em sites que promovem encontros, vamos em busca da “idealização” de “um parceiro(a) ideal”. Esperamos da paquera virtual, tudo aquilo que não conseguimos obter com relacionamentos antigos. Muitas vezes, colocamos à mostra nossas frustrações com relacionamentos anteriores e quando percebemos algum sinal de insegurança, nos afastamos com medo de quebrar a cara ou de começarmos a gostar demais e não sermos correspondidos. O que não nos damos conta é que, muitas vezes, queremos apenas uma desculpa para que esse afastamento ocorra de verdade.
O que acontece é que (inclusive já escrevi sobre isso), enquanto as pessoas não se conhecerem primeiro, sempre entrarão em relacionamentos que não durarão por muito tempo. É necessário estar em paz consigo mesmo, isso faz com que as brigas desnecessárias sejam evitadas e com que o relacionamento possa durar muito tempo.
Só que na paquera virtual, tudo se passa em um ambiente virtual, não estamos lidando pessoalmente com a outra pessoa, não estamos olhando nos olhos e buscando sinais de sinceridade ou falsidade no outro. Em um relacionamento virtual, a pessoa fica presa ao que a outra lhe conta apenas. Ou você acredita, ou não acredita!
E digamos que a paquera virtual foi boa e o casal decide que é hora deles se encontrarem pessoalmente, a partir daí é que ambos estão – ao meu ver – realmente começando a paquera de verdade. É nesse momento – o do encontro olho a olho – que ambos podem perceber se a química que rolava virtualmente, rola também pessoalmente. Nessa hora ambos ficam acanhados e sem saber direito o que fazer, sem saber como lidar tranquilamente com a situação. E a dica que deixo para vocês é que deixem as coisas acontecerem naturalmente. Se a química entre os dois for boa, as coisas irão fluir normalmente e vocês irão se conhecer cada vez mais – só que agora pessoalmente – e terão mais intimidades com o tempo.
Paquerar é sempre bom, independente de ser pessoal ou virtualmente, o que devemos ter cuidado é em procurar conhecer um pouco a mais a pessoa com a qual estamos paquerando, afim de evitar ter surpresas desagradáveis no futuro. Por mais que pensemos que conhecemos o suficiente a outra pessoa, sempre nos surpreendemos com as atitudes do outro.




















27 de março de 2009 at 2:07
‘Por mais que pensemos que conhecemos o suficiente a outra pessoa, sempre nos surpreendemos com as atitudes do outro.’
ma verdade não escapamos disso nem no real, com meia dúzia de filhos e 30 anos de casados (não, eu não tenho 5 filhos, nem sou casada ….SÓ pra constar……..rsrs)
Mas é comum ver isso acontecendo com as pessoas a nossa volta…
de repente eles descobrem coisas do outro que NUNCA tinham siquer cogitado.
Esse lance de ‘relacionamento virtual’ é o tipo de coisa que só quem vive é capaz de entender (embora nem sempre compreende) como a gente pode gostar de alguém que as vezes nem o rosto a gente vê…Só o lê.
Mas nem é TÃO estranho assim se apaixonar desse jeito, se a gente pensar que nos sentimos atraídos pelo que vemos, mas nos encantamos pelo que sentimos…E a gente sente o outro no que ele nos fala, no JEITO que nos fala…e principalmente (assim como no real) no que somos levados a imaginar do outro (seu jeito, seu riso, seu carinho…)
Eu já fui da turma que não entendia como a paixão acontece por alguém do outro lado do PC…e sou uma das que descobriu na prática que a gente gosta da pessoa e que se do outro lado do PC existe uma, corremos todo o risco de nos apaixonarmos…
e vamos rir com ela…
Brigar com ela…
Sentir tesão por ela…
Gozar falando com ela (mesmo sem cam…)
Alguns relacionamentos dão certos…outros não.
Assim como no real.
Enfim…”quem um dia irá dizer que existe (ou não) razão pras coisas feitas pelo coração”?
bjos
2 de abril de 2009 at 12:46
É vero Atrê! Quem irá dizer que existe ou não razão pras coisas feitas pelo coração??
Contanto que as pessoas estejam felizes..
Abraços!
27 de março de 2009 at 19:50
Pois é eu acho que isso de relacionamento on-line é um pouco hipocrita, porque na frente do computador vc pode ser o que quiser, inclusive vc se sente tentado a ser a aquela pessoa que vc gostaria de ser e não é, iai rola uma ilusão. Por exemplo uma pessoa sem amigos solitaria deprimida pode muito bem na frente do pc no msn, sala de bate-popo sites de relacionamentos, passar a imagem de ser uma pessoa festeira, socialvel de bem com a vida ou seja se ja pessoalemente ao paqueramos tendemos a usar mascaras imagina pela internet? Por isso não confio nesse tipo de relacionamento acho que é ilusão claro que não é regra há rarissimos casos deram certo! Eu por um exemplo quando era mais nova (tipo 16 anos) conheci uma pessoa por sala de bate papo, passamos a trocar imails conversamos por icq, msn depois cartas ele me conhecia por fotos e eu a ele, claro que ele poderia ter mandado uma foto que não fosse dele so que eu confiei e ele tambem… Ele depois de anos resolver vir do estado dele pra minha cidade me conhecer e nos nus demos super bem e hoje somos amigos, mais isso com certeza é uma exeção inclusive hoje em dia não faria isso. E acho que pessoas que recorrem a recursos como a net pra conhecer alguém é porque quer enconder algo, quer ser diferente, e não consegui lidar com aquilo cara a cara! Bem minha opinião que inclusive e parecida com a sua hahaha
Beijos querido e um bom fim de semana
2 de abril de 2009 at 12:48
Pois é, existem casos e casos. Também conheço pessoas que deram certo. Outras que não.
Cabe a cada um escolher a forma e com quem se relacionar.
Beijoss!
27 de março de 2009 at 20:59
Concordo plenamente com o que a Atrê falou.
Enfim…”quem um dia irá dizer que existe (ou não) razão pras coisas feitas pelo coração”? (2)
Beijos…
2 de abril de 2009 at 12:48
Ninguém irá dizer pois, ninguém consegue entender direito.
Beijos!
31 de março de 2009 at 21:21
OLÁÁÁÁ! To voltando!!!!
2 de abril de 2009 at 12:49
Aê que bom.
Seja bem vinda!
1 de abril de 2009 at 10:47
Oi Rafhitch. Eu nunca entendi esse tipo de relacionamento, embora conheça pessoas que já começaram namoros pela internet, somente conhecendo o namorado pessoalmente tempos depois. Também nunca vivi um relacionamento assim para saber como é.
Tinha uma estagiária que começou um namoro pelo Orkut, que virou noivado, fazia mil planos, trancou a faculdade, largou o estágio e quase foi para São Paulo para se casar com o cara. Não deu certo e desfizeram tudo da forma que começaram.
Acho que na internet as pessoas não se mostram como são na maioria das vezes. Por isso nunca gostei de paquera por MIRC ou ICQ na época de adolescente.
Prefiro as paqueras reais e os relacionamentos reais, “ao vivo e a cores”.
Beijos.
2 de abril de 2009 at 12:49
Eu também prefiro as paqueras reais, mas confesso que já tive paqueras virtuais das quais tenho boas recordações.
1 de abril de 2009 at 21:36
Bah, relacionamento virtual pra mim é estranho. Conheci um cara só e ele é viciado em sala de bate-papo, portanto, já não engataria nada sério com alguém que tecla quase todos os dias em chat.
Agora, conhecer alguém através de um blog, por ex., é outra situação. Meu pré-conceito é com chats, agora, pode acontecer de começar a conversar com alguém legal e depertar a vontade de conhecer a pessoa. Enfim, é mais ou menos o que eu penso. Eu prefiro ainda o olho no olho, a conversa ao vivo…
Bjos!
2 de abril de 2009 at 12:50
Nada melhor do que olhar nos olhos heim??
Beijoss!
3 de abril de 2009 at 13:49
Sinceramente, não tenho a menorrrrrrrrr paciência para entrar em uma sala de bate-papo e conversar com quem eu nunca vi.
E outra, assumo que sou preconceituosa. Acho que pessoas interessantes não vão procurar na web relacionamentos que elas poderiam conquistar no dia-a-dia.
Pronto! Falei! :p
Bjos
6 de abril de 2009 at 22:04
“E outra, assumo que sou preconceituosa. Acho que pessoas interessantes não vão procurar na web relacionamentos que elas poderiam conquistar no dia-a-dia.” July isso é relativo.
As pessoas podem querer arriscar em algo diferente na vida. O ser humano é mutável.
Beijos!
6 de abril de 2009 at 18:42
Bem como nesse post eu consegui comentar vim aqui fazer a 5° tentativa de tentar comentar sobre o post de cima….
É incrivel como ainda exista muito misterio e contradicoes a respeito da existencia do ponto G… mais devo confessar-lhe que as reaçoes que vc citou acima que acontece qdo o homem o atinge ja foi relatada por amigas minhas.. examatente como vc falou e que inclusivel juraram que o sue parceiro conseguiram achar o ponto G! Adorei as dicas e devo dizer que se fosse poem em pratica todas as dicas que vc da aqui no blog sobre sexo, sua parceira ou suas parceiras estão bem servidas com vc hein? hahaha
Beijos
9 de abril de 2009 at 18:56
Muito legal este seu post não só pela idéia de que as pessoas estão procurando cada vez mais seu “par perfeito” em sites de relacionamento (às vezes, para fugir da realidade) mas, principalmente, pelo que disse sobre ser “.. necessário estar em paz consigo mesmo, isso faz com que as brigas desnecessárias sejam evitadas e com que o relacionamento possa durar muito tempo”.
Concordo muito com isso. Acho que, enquanto não nos entendermos, soubermos o que queremos e estivermos confiantes, as chances de um relacionamento dar certo diminuem. Pessoas mal-resolvidas são mais inseguras, ciumentas, criam caso por tudo e, por não saberem realmente o que querem, brigam por qualquer coisa, nunca estão completamente satisfeitas (e não percebem que o vazio que sentem não é culpa do outro). Quando se está assim tudo é motivo para discussão, a pessoa quer mudar de cidade para começar a viver, quer que tudo seja do seu jeito, quer controlar coisas incontroláveis… E, por ficar pensando e sofrendo demais, se esquece de viver.
Com o auto-conhecimento a pessoa se afirma, fica mais confiante, mais centrada… até mais bonita… porque passa uma coisa boa para as pessoas ao seu redor e atrai atenção sem precisar forçar… acontece naturalmente… Nesta fase, surgem mais pessoas interessadas, possibilidades de romance, aventuras… e tudo é vivido de forma mais intensa!
Então seja virtual ou pessoalmente, para iniciar um relacionamento acho que temos que nos preocupar primeiro conosco para depois abrir espaço para o outro entrar….
9 de abril de 2009 at 21:56
Exatamente! Auto-conhecimento é essencial para tudo nessa vida e principalmente, para os relacionamentos.
Abraços!