NAMOROFOBIA

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Estes dias estive dando uma limpa no meu e-mail e encontrei um texto da Danuza Leão (cronista que escreve na seção “Cotidiano” publicada no jornal A Folha de São Paulo) muito interessante que reflete (pelo menos é o que eu acho) a atual situação de muitos relacionamentos que tenho visto ultimamente.

A autora intitulou seu texto de NAMOROFOBIA. Sim! Isso mesmo que vocês leram. Para ela os casais encontram-se cada vez mais avessos a palavra NAMORO. Relacionam-se como se fossem namorados (“Saem, fazem sexo, vão ao cinema, freqüentam as respectivas casas, tudo numa freqüência de namorados…”), criam laços, porém, a palavra NAMORO não encontra-se em seus dicionários. E por que tudo isso? Pelo simples fato de pensarem que ao assumir um relacionamento mais sério, fará com que toda a liberdade seja perdida. Oras, e quem disse que namorar significa aprisionar? Foi como definiu Danuza: “Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir.”, e quer saber, eu concordo com ela.

Não há nada mais gostoso do que estar com alguém, do que você partilhar momentos seja eles bons ou ruins ao lado de quem amamos. O grande problema é a confusão que muitos fazem ao acharem que por estar namorando uma pessoa, têm o direito de intervir na sua privacidade, nos seus hábitos e ainda querer ditar regras para que o parceiro(a) continue do seu lado.

Agir desta maneira é demonstrar claramente que os conceitos de relacionamento devem ser mudados ou a tendência é ficar sozinho. Venhamos e convenhamos, quem vai querer estar do lado de uma pessoa que não sabe respeitar as individualidades e conviver com os defeitos do outro? Ao invés de enxergar nos defeitos do seu parceiro(a) motivos para uma discussão, procure motivos para aumentar a confiança e conhecer um pouco mais a pessoa que está do seu lado.

Namorar é muito mais do que simplesmente beijar na boca ou ir para a cama. É um aprendizado constante sobre a personalidade da pessoa que está ao seu lado, é querer conhecer a cada dia um pouco mais da pessoa que intitulamos de namorado(a). É um jogo de erros e acertos onde o tempo permite o amadurecimento da relação. É perceber que cada indivíduo é único e que possui a sua própria personalidade. É respeitar mesmo que a decisão do outro não lhe agrade.

Portanto deve-se perder aquele medo de se envolver e “quebrar a cara” ou de “gostar mais do que o outro(a)”, só consegue quem vai a luta. Como diz a música: “quem sabe faz a hora não espera acontecer…”. Viva, curta e aproveite cada momento ao lado do seu/sua parceiro(a). Não sejam NAMOROFÓBICOS!

Leia também o texto da Danuza Leão:

Quem é o Rafhitch?

O Rafhitch é escorpianino, nascido e criado em Salvador-Ba, é uma pessoa fechada por ocasiões da vida, reservada (típico dos escorpianinos) e analítica por natureza, que adora estar em contato com os amigos e procura sempre preservar suas amizades. Uma pessoa difícil de entender, complicado às vezes, infantil sempre e brincalhão eternamente.

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One Response

  1. Tô a espera de novos posts!!!!!
    Bjooooo

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